segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Transtorno bipolar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Transtorno bipolar
Altos e baixos são experimentados por praticamente qualquer pessoa, e não constituem um distúrbio. As mudanças de humor do distúrbio bipolar são mais extremas e mais duradouras que aquelas experimentadas e devem necessariamente causar prejuízos significativos constantes para si mesmo e para outros.
Classificação e recursos externos
CID-10 F31
CID-9 296.80
OMIM 125480 309200
DiseasesDB 7812
MedlinePlus 001528
eMedicine med/229
MeSH D001714
Star of life caution.svg Aviso médico
O Transtorno Bipolar de Humor antigamente conhecido como transtorno maníaco-depressivo, é caracterizado por alterações de humor que se manifestam como episódios depressivos alternando-se com episódios de mania (período de euforia, atividade cognitiva e física intensa e falta de auto-controle e bom senso). Considerando-se os quadros mais brandos do que hoje se denomina espectro bipolar a prevalência pode chegar a até 8% da população. Usando critérios mais rígidos se restringe a menos de 1%. Assim, estima-se que cerca de 1,8 a 15 milhões de brasileiros sejam portadores do TBH, nas suas diferentes formas de apresentação.
Não se trata apenas de mudanças bruscas de humor durante o dia, mas sim alternância de fases de depressão e euforia descontrolada que podem durar dias, semanas ou mesmo meses. Podem incluir sintomas psicóticos como alucinação e delírios.

Classificação

A depressão maníaca foi inicialmente descrita em fins do século XIX pelo psiquiatra Emil Kraepelin, que publicou seu conhecimento da doença em seu Textbook of Psychiatry. Existem várias variações do distúrbio bipolar:
  • TIPO I: Predomínio da fase maníaca (eufórica) com depressão mais leve (distimia).
  • TIPO II: Predomínio da fase depressiva com mania mais leve (hipomania).
  • MISTA: Quando os episódios possuem várias características tanto de mania quanto de depressão simultaneamente.
  • CICLOS RÁPIDOS: Quando os episódios variações humor duram menos de uma semana
  • CICLOTIMIA: Os sintomas são persistentes por pelo menos dois anos, períodos em que sintomas de hipomania são leves e depressão ou distimia não são tão profundos para ser qualificados como Depressão maior.
  • Atualmente todos esses tipos foram reunidos em apenas um diagnóstico: o espectro bipolar

Causa

As causas são tanto genéticas e/ou congênitas quanto psicossociais com 50% dos portadores apresentando pelo menos um familiar afetado, e com filhos de portadores apresentam risco aumentado de desenvolver a doença, quando comparados com a população geral.

Características

No transtorno bipolar as mudanças de humor duram pelo menos uma semana, podendo durar meses. Em casos mais graves, poderão ter ciclos de instabilidade durante muito mais tempo. Porém existem casos de ciclagem mais rápida.
O paciente com bipolaridade pode chegar ao extremo da depressão ao tentar suicídio e, no outro extremo, a euforia de tentar escrever um livro num só dia, por exemplo. Os estados de mania e depressão, se não controlados por medicamentos, podem levar a surtos psicóticos, exigindo a intervenção psiquiátrica com antipsicóticos.

Critérios Diagnósticos

Episódio maníaco

Segundo o DSM-IV, Episódio maníaco é caracterizado por 3 ou mais dos seguintes sintomas por pelo menos uma semana :
  • Auto-estima elevada: Sentimento de grandiosidade e intenso bem estar com si mesmo, acredita sinceramente ter sempre razão, não admite ser corrigido e sente enorme dificuldade para se desculpar;
  • Necessidade de sono diminuída: Sente-se pronto para o trabalho depois de apenas poucas horas de sono, mesmo interrompido;
  • Verborragia: Fala frequentemente de modo agressivo e sem paciência para ouvir;
  • Fuga de ideias: Esquecimento e pensamentos acelerados, resultando em dificuldade de se expressar de forma linear;
  • Distratibilidade: Atenção constantemente desviada para estímulos externos, resultando em muitos trabalhos concomitantes e incompletos;
  • Inquietude: Gerando aumento no número de atividades feitas tanto no trabalho como na escola;
  • Impulsividade: Falta de auto-controle,
  • Impaciência, ansiedade e Irritabilidade
A perturbação do humor deve ser suficientemente severa para causar prejuízo acentuado no trabalho/estudos, nas atividades sociais ou relacionamentos costumeiros com outros, ou para exigir a hospitalização, como um meio de evitar danos a si mesmo e a outros, ou existem aspectos psicóticos.
Caso durante o período da perturbação do humor, inclua pelo menos três dos seguintes sintomas (quatro se o humor é apenas irritável) em um grau significativo, mas durar apenas alguns dias, e essas mudanças ocorrerem há pelo menos 2 anos (1 ano para crianças e adolescentes), classifica-se como hipomania.

Depressão

Antidepressivos são quase sempre ineficazes caso não incluam também psicoterapia, especialmente quando envolvem alcoolismo, tabagismo ou uso de drogas ilícitas.
A fase depressiva do bipolar é caracterizada por 5 ou mais sintomas por duas semanas ou mais, incluindo estado deprimido ou anedonia :
  • Estado deprimido: sentir-se deprimido a maior parte do tempo;
  • Anedonia: interesse diminuído ou perda de prazer para realizar as atividades de rotina;
  • Sensação de inutilidade;
  • Culpa excessiva;
  • Dificuldade de concentração: habilidade frequentemente diminuída para pensar e concentrar-se;
  • Fadiga: cansaço excessivo, falta de energia;
  • Distúrbios do sono: insônia ou hipersônia praticamente diárias;
  • Distúrbio psicomotor: Agitação ou lentidão cognitiva e motora;
  • Distúrbio alimentar: Perda ou ganho significativo de peso, na ausência de regime alimentar;
  • Ideação suicida: Ideias recorrentes de morte ou suicídio.
Ou 3 a 4 sintomas por pelo menos dois anos consecutivos, no caso de distimia.

Epidemiologia

O TBH acarreta incapacitação e grave sofrimento para os portadores e suas famílias. Dados da Organização Mundial de Saúde, ainda na década de 1990, evidenciaram que o TBH foi a sexta maior causa de incapacitação no mundo. Estimativas indicam que um portador que desenvolve os sintomas da doença aos 20 anos de idade, por exemplo, pode perder 9 anos de vida e 14 anos de produtividade profissional, se não tratado adequadamente.
A mortalidade dos portadores de TBH é elevada, e o suicídio é a causa mais freqüente de morte, principalmente entre os jovens. Estima-se que até 50% dos portadores tentem o suicídio ao menos uma vez em suas vidas e 15% efetivamente o cometem. Também doenças clínicas como obesidade, diabetes, e problemas cardiovasculares são mais freqüentes entre portadores de Transtorno Bipolar do que na população geral. A associação com a dependência de álcool e drogas não apenas é comum (41% de dependência de álcool e 12% de dependência de alguma droga ilícita), como agrava o curso e o prognóstico do TB, piora a adesão ao tratamento e aumenta em duas vezes o risco de suicídio.É importante ressaltar que nem todos os portadores do Transtorno Bipolar são dependentes de álcool ou drogas ilícitas.
O início dos sintomas na infância e na adolescência é cada vez mais descrito e, em função de peculiaridades na apresentação clínica, o diagnóstico é difícil. Não raramente as crianças recebem outros diagnósticos, o que retarda a instalação de um tratamento adequado. Isso tem conseqüências devastadoras, pois o comportamento suicida pode ocorrer em 25% dos adolescentes portadores de TBH.

Transtorno Bipolar e criatividade

Ludwig van Beethoven, compositor e pianista.
 
A criatividade está muitas vezes relacionada a uma doença mental, com os escritores sendo particularmente suscetíveis, de acordo com um estudo feito em mais de um milhão de pessoas.
Escritores tiveram um maior risco de transtornos de ansiedade e transtorno bipolar, esquizofrenia, depressão e abuso de substâncias, conforme os pesquisadores suecos do Instituto Karolinska(2012) e são quase duas vezes mais suscetíveis do que a população em geral ao suicídio.
Dançarinos e fotógrafos também estão mais propensos a terem transtorno bipolar e os episódios maníacos ou hipomaníacos do transtorno bipolar podem ser propícios para a expressão criativa em algumas pessoas.
Apesar de certos traços poderem ser benéficos ou desejáveis "É importante ressaltar, porém, que nós não devemos romantizar excessivamente as pessoas com problemas de saúde mental, que em sua grande maioria são retratadas como gênios criativos."
Uma equipe da Universidade Estadual do Oregon ao observar a situação ocupacional de um grande grupo de pacientes bipolares típicos, descobriu que "as pessoas com doença bipolar parecem estar desproporcionalmente concentradas em categorias profissionais mais criativas." Eles também descobriram que a probabilidade de "engajamento em atividades criativas no trabalho " é significativamente maior em bipolares do que nos não bipolares. A medicação pode atenuar a expressão criativa, e não pode ser vista de forma positiva neste contexto.
O transtorno bipolar pode oferecer certas vantagens em relação à criatividade, especialmente naqueles portadores dotados de sintomas mais leves.
Um estudo datado de 2005 tentou desvendar a relação entre a criatividade de Virginia Woolf e sua doença mental, que era mais provavelmente o transtorno bipolar. O psiquiatra Gustavo Figueroa, da Universidade de Valparaiso, Chile, escreveu: "Ela era moderadamente estável, excepcionalmente produtiva de 1915, até o suicídio, em 1941." "Virginia Woolf criou pouco ou nada, durante os períodos em que não esteve muito bem, e foi produtiva entre as crises. Uma análise detalhada de sua própria criatividade ao longo dos anos aponta que as doenças eram a fonte de material para seus romances" .

Tratamento

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Advertência: A Wikipédia não é consultório médico nem farmácia.
Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde.
As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.

O tratamento de transtorno bipolar pode ser tentado com várias classes de medicação, incluindo sais de lítio, anticonvulsivantes, antipsicóticos, antidepressivos e eletroconvulsoterapia. Porém, o tratamento freqüentemente é caracterizado por persistência de alguns sintomas e por altos índices de recaídas e internações.
O tratamento adequado do TBH pode ser feito com um ou mais estabilizante de humor como carbonato de lítio, ácido valpróico/valproato de sódio/divalproato de sódio, lamotrigina, carbamazepina ou oxcarbazepina). A associação de antidepressivos (de diferentes classes) e de antipsicóticos (em especial os de segunda geração como risperidona, olanzapina, quetiapina, ziprasidona, aripiprazol) pode ser necessária para o controle de episódios de depressão e de mania.
O tratamento psicoterápico podem ajudar :
  • Aumentando a adesão ao tratamento;
  • Redução dos sintomas residuais;
  • Prevenção das recaídas/recorrências;
  • Diminuindo o número e períodos de hospitalizações;
  • Prevenindo suicídio;
  • Melhora na qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares;
  • Melhorando as habilidades sociais e o desempenho e;
  • Melhorando a capacidade de lidar com situações estressantes em suas vidas
  •  
 Mr. Jones: filme levanta questões sobre bipolaridade

Estrelado por Richard Gere, a obra ajuda a entender melhor como funciona a doença

 O ator Richard Gere, no filme ‘Mr. Jones’, interpreta Jones, um homem de 36 anos charmoso, impulsivo e irresistível, que atrai a atenção das mulheres pelo encanto e energia vital. O comportamento começa a estranhar quando ele intercala momentos de euforia com enormes desesperos, o que leva a psiquiatra Elizabeth Bowen, representada por Lena Olin, a ajudá-lo.


Embora o filme seja de 1993, levanta uma questão séria e sempre atual a respeito da bipolaridade, também conhecida como Transtorno Bipolar. Trata-se de uma patologia clínica que afeta 4,2 milhões de brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria e bastante banalizada pelos leigos.

O filme aborda assuntos interessantes sobre identidade e como os diferentes estados de ânimo que enfrentamos são determinados por desequilíbrios químicos do cérebro. Nele, o personagem principal confronta sua psiquiatra diversas vezes afirmando que ele não é doente. E que a "doença" faz parte de quem ele é.
De acordo com a psicóloga, Elaine di Sarno, o conceito de identidade é muito escorregadio e questiona até que ponto somos determinados pela nossa neuroquímica. A especialista vai além e estimula um pensamento: se tomássemos uma pílula que modificasse os nossos estados de ânimo completamente, deixaríamos de ser nós mesmos?
Ela responde: "Na medida em que podemos alterar os nossos cérebros mais radicalmente, ele terá que ser repensado totalmente", escreve em seu site.
A informação a respeito da doença ainda é o melhor caminho para entendê-la: como funciona e acontece o tratamento do transtorno com origem psiquiátrica e caracterizado pela alternância de crises de euforia, as chamadas manias, e de depressão.
As crises podem durar dias ou até semanas. As manifestações de euforia deixam a pessoa agitada, agressiva, com excesso de autoconfiança, aumento da libido, diminuição do sono e comportamentos compulsivos.
Quase 60% dos casos de bipolaridade surgem como depressão. Confundi-la com outras doenças, como a esquizofrenia, é comum em transtornos mentais. Para descobrir o transtorno bipolar, os médicos dependem de um diagnóstico clínico e sintomas do paciente.
O diagnóstico precoce sem dúvidas permanece na lista de prioridades para detectar a doença, que não tem cura. O tratamento acontece com ajuda médica e medicamentos. Outras medidas são manter um estilo de vida saudável, com rotinas de horário para dormir e acordar, restrição do uso de estimulantes, como a cafeína e drogas, além de terapias individuais.

CID: TBH
HSPM - 2008
(ainda tentando entender)

sábado, 27 de setembro de 2014

Olá!
Boa noite(ou excelente início de dia, como preferir), amigo(a).
Hoje gostaria de colocar em pauta um assunto muito debatido entre os seres ¨humanos¨- Compaixão.
Ter ou não ter? Eis a questão.
Não creio que seja um sentimento que aparece do NADA no coração da gente.
É questão de querer.
Eu quero entender? Posso simpatizar? Devo colaborar?
Primeiro:
_ O que é Compaixão?

Compaixão

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Compaixão, de Adolphe Bouguereau (1897).
Compaixão (do latim compassione) pode ser descrito como uma compreensão do estado emocional de outrem; não deve ser confundida com empatia. A compaixão freqüentemente combina-se a um desejo de aliviar ou minorar o sofrimento de outro ser senciente, bem como demonstrar especial gentileza com aqueles que sofrem.
A compaixão pode levar alguém a sentir empatia pelo outro. A compaixão é frequentemente caracterizada através de ações, na qual uma pessoa agindo com espírito de compaixão busca ajudar aqueles pelos quais se compadece.
Ter compaixão é permanecer num estado emotivo positivo, enquanto tento compreender o outro, sem invadir o seu espaço .
A compaixão diferencia-se de outras formas de comportamento prestativo humano no sentido de que seu foco primário é o alívio da dor e sofrimento alheios. Atos de caridade que busquem principalmente conceder benefícios em vez de aliviar a dor e o sofrimento existentes, são mais corretamente classificados como atos de altruísmo, embora, neste sentido, a compaixão possa ser vista como um subconjunto do altruísmo, sendo definida como o tipo de comportamento que busca beneficiar os outros minorando o sofrimento deles.


Significado de Compaixão

s.f. Sentimento de pesar que nos causam os males alheios, bem como uma vontade de ajudar o próximo.
Sentimento de simpatia ou de piedade para com o sofrimento alheio, associado a vontade ou ao desejo de auxiliar de alguma forma: doar dinheiro para campanhas humanitárias é uma atitude que envolve muita compaixão.

Sinônimos de Compaixão

Antônimos de Compaixão

Antônimo de compaixão: indiferença

Definição de Compaixão

Classe gramatical: substantivo feminino
Separação das sílabas: com-pai-xão
Plural: compaixões

Frases com a palavra compaixão

A única atitude intelectual digna de uma criatura superior é a de uma calma e fria compaixão por tudo quanto não é ele próprio. Não que essa atitude tenha o mínimo cunho de justa e verdadeira; mas é tão invejável que é preciso tê-la.
-- Fernando Pessoa
 
O destino é cruel e os homens são dignos de compaixão.
-- Arthur Schopenhauer

Clique no link abaixo e leia um dos melhores textos sobre o assunto.


 http://www.humaniversidade.com.br/boletins/funcao_compaixao.htm




   

    

   

   


    

    

 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Soneto da ex-namorada

 Marianna Greca

Tem mulher que adora dizer que é solteira por opção.
Porque não sabe a sensação de preenchimento de estar com alguém.
Publicidade.
Eu não sei, parece ser sempre igual, mas de alguma forma é sempre totalmente novo.
Você é chamada pelo mesmo nome que a sua mãe te deu, mas parece que está ouvindo pela primeira vez, de uma forma estranhamente emocionante. Como se nunca tivessem sorrido pra você da mesma maneira, como se o trabalho, a rotina, a cidade, tudo adquirisse uma lente nova, melhor, e que veio para ficar.
E todo mundo vê, vive aquilo com você, fica triste com você, comemora, se inspira, torce, e faz de você e ele aquele casal que todo mundo quer ser. De repente, você se sente a Rachel e o Ross da história de todo mundo, a Scarlett e o Rhett, a Rose e o Jack.
Aí um dia, sem nenhum aviso prévio ou sem consultar o público, a produção toma outro caminho: o arroz chuta o feijão.
WHAT???
E sempre tem um que sai da sala de cinema, muda de canal, boicota a série, e vai falar mal no Facebook.
E quem é que vai consolar as tricoteiras? A novela acabou antes do último capítulo!
Mas toda boa história tem um grande conflito. O público adora ver a fossa saga da heroína que é chutada, sofre horrores, chora por uma infância inteira, mas se levanta, luta por si mesma, e vira senhora do próprio romance.
E todo mundo adora falar de um babaca. Vai negar. É que todo babaca tem lá seu charme. Senão ele não teria nem a oportunidade de ser um babaca, certo?
É que a escolha dele, por mais cruel que possa ter sido com a heroína, também faz dele um herói - ainda que um anti-herói - da história.
Podem até chamar ele de galinha no começo. Mas depois de um tempo, todo mundo elogia ele por ter sido, acima de tudo, honesto, e que se não estava bom, era melhor mesmo que ele deixasse ela livre e não fizesse ninguém sofrer mais.
Sem ironias, até que é bem legítimo. E no final, ele conhece uma mulher que faz ele mudar de atitude, a mocinha conhece um cara super "queri" que estava de olho nela desde o começo - mas foi presidente da friendzone o filme inteiro -, eles até viram amigos em algum ponto, e todo mundo vai pra casa com o valor do ingresso bem gasto.
Mas nem todo roteiro é familiar e confortável pro público.
Porque ninguém sabe como reagir quando é ela quem dá o chute primeiro. Quando ela não é a vítima - e todos viram que não foi a vítima em nenhum momento da relação ou do término -, não há motivo no mundo que justifique uma nova solteira.
O que ela tem na cabeça? Como ela, nesse covil de babacas-que-não-querem-compromisso e desesperadas-que-estão-ficando-mais-desesperadas-que-nunca, pode dizer que se sentiu infeliz e vazia numa situação tão privilegiada, bonita e rara como essa?
Ela é a única que ainda não entendeu que o príncipe encantado não existe? Ela não se dá conta que o mercado está pior que nunca, não tem cara que preste, ela perdeu o lugar na mesa, e que boa sorte agora no final da fila de espera?
Como ela teve a pachorra - adoro quando consigo usar essa palavra - de destruir um casal tão lindo, tão "meant-to-be" aos olhos de todos, como fez um cara daqueles sofrer tanto com uma rasteira dessas?
Afinal, ele não deixou de cumprir nenhuma daquelas promessas. Ele foi do início ao fim, maravilhoso, fiel, carinhoso, dedicado.
Não foi? Todo mundo via! Não dá pra entender mulher! O que elas querem? E é por causa dessas bitches como ela, que não sabem valorizar um homem decente, que todos os dias se criam novos e novos babacas. E coitadas das solteironas que ainda estão esperando a vez delas e vão dar de cara com esses traumatizados com mulher.
Mas sabe de uma coisa? Quem não está no relacionamento, não sabe o que acontece no relacionamento.
Mas antes de apedrejar, o julgamento é muito correto: todo mundo, da amiga invejosa à prima encalhada, que não poupa a "vilã" da cara de decepção e esperança de reconciliação, vai questionar e dar a ela a voz que merece.
"Mas o que aconteceu, amada? Vocês eram tão perfeitos juntos!". Uhum, se você cativou o público, o final da história é da conta de todo mundo.
Como a Anna Karenina, do Tolstói, todo mundo tem um papel a desempenhar para a plateia. É responsabilidade sua não desapontar ninguém, e seguir com a história que todo mundo espera assistir.
É que a vida alheia é sempre mais interessante, né? Então faça a sua própria história, viva a sua vida como está julgando e fofocando que devo viver a minha, e depois a gente conversa.
Essa é a minha defesa - ainda em construção, eu sou aluna nova na sala - pra vocês. Ex-namoradas, ex-amigas, ex-amantes, e ex-esposas por iniciativa própria. As ex-mocinhas e as maiores vilãs de grandes histórias de amor, cuja coragem de tomar a decisão mais difícil e a melhor para todo mundo - sem esperar aplausos - e a elegância de não expor seus problemas pessoais e conjugais para madrastas, irmãs feias e até para a plateia insatisfeita, não é e nunca será compreendida.
Mas antes de esperar o perdão alheio, a gente tem que aprender a se perdoar. Afinal, todos tem suas próprias razões. Até aqueles que, sem convite, adoram te perguntar quais foram as suas.
Ex-esposa ou ex-namorada, sim.

Marianna Greca é publicitária e nerd assumida. SEO e Gestão de Conteúdo, Social Media, tradutora e desenhista compulsiva. Acredita que assumir a maternidade do mundo é o melhor caminho para a felicidade.

 

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Seja Um Espelho Para Sua Equipe

  
Muito se tem falado sobre liderança nas organizações do século 21. Há vários tipos de liderança no cenário corporativo, na política e no mundo. Mas o verdadeiro líder é aquele que possui habilidade de lidar com as pessoas com prazer, respeito e amor.


Com o avanço da globalização, todos os líderes precisam aprender o verdadeiro sentido de “servir”, a fim de desempenhar seu papel com sucesso, pois as profundas mudanças no cenário global (tecnológicas, demográficas, governamentais e econômicas) tornaram obsoleta a figura daquele chefe arrogante, o “sabe-tudo”. Por outro lado, novos elementos estão cada vez mais ocupando posição de destaque para o sucesso das organizações: colaboradores, fornecedores, equipe de trabalho e o líder.

Com o crescimento das empresas no cenário global, o líder de hoje tem que enfrentar as crises com muita determinação e persistência; é preciso arregaçar as mangas e fazer valer seu potencial de trabalho em equipe. Nestes tempos, não há lugar para desânimo, mas sim para pessoas motivadas e com uma visão mais holística do mercado e proativas.

O verdadeiro líder está a serviço dos resultados da sua equipe e funciona para ela como um espelho. Por isso, ele deverá dar bons exemplos porque os liderados serão seu próprio reflexo. Espera-se de um líder princípios elementares como ética, humildade, empatia, coragem, persistência, integridade.

Princípios que muitas vezes parecem perdidos. O país vive hoje uma das piores crises políticas de que se tem notícia. Não cabe aqui altercar este assunto. O que importa para nós, administradores, é saber que todas as crises devem ser encaradas sem medo. Podemos fazer algo melhor para o nosso país, agindo e participando de uma discussão sociopolítica; contribuindo com a sociedade.

Tenho várias histórias de líderes; se fosse citá-las, levaria um bom tempo. Desde meu ingresso na faculdade de Administração, venho estudando os estilos de liderança, porque acredito no verdadeiro espírito de um líder e na sua capacidade de fazer e de realizar.

Um bom exemplo a ser citado é estilo do líder-servidor, que estimula as pessoas a perseverarem em seus sonhos, que sabe ouvir, é leal e transparente, acredita no valor humano, estuda constantemente fórmulas para agregar valor à sua organização, ao seu grupo e a todos que buscam colaborar.

Uma qualidade de um líder servidor é a sensibilidade e a capacidade de trabalhar em equipe. O líder motivado sempre tem objetivos claros e definidos para alcançar seus objetivos e metas dentro e fora da organização. O líder de sucesso deve possuir a capacidade de colocar-se no lugar dos outros (empatia), saber trabalhar com gente em situação complexa e não apenas administrar recursos, atribuição básica dos gerentes operacionais.

É positivo que um líder tenha bom humor. Ninguém é infalível; portanto, para sobreviver nestes tempos difíceis, é bom saber rir de si mesmo e das situações difíceis. O bom humor é a melhor arma para evitar que sua equipe enlouqueça neste mercado tão competitivo e estressante.

Nunca é tarde para fazer algumas coisas. O dia tem 24 horas para todos. As oportunidades estão espalhadas pelos quatro cantos, basta ficar atento e antenado com o mercado. Estude, cante, grite, fale, se emocione, chore, deixe a criança que existe em você viver sem medo de ser feliz e seja um verdadeiro Líder-Servidor.

Paulo Barreto dos Santos é professor dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Faculdade Anhanguera Itapecerica da Serra - Pós-graduado em Gestão Estratégica de Negócios e MBA em Negociação (INPG).



Tenham todos(as) um excelente dia!!!

Para refletirmos:


Tempo De Renovação

 
Provavelmente você já leu um texto sobre a capacidade de renovação das águias, uma mensagem tão bonita que muita gente, ao recebê-la por e-mail, retransmite para todos os amigos. Também foi publicada em muitos jornais de empresa, afixada em quadros de aviso ou colocada debaixo do vidro da mesa.
Em resumo, o texto afirma que a águia, quando chega aos quarenta anos, com suas unhas gastas, o bico curvado e as asas já pesadas, se vê diante de duas alternativas: deixar-se morrer, ou enfrentar um doloroso processo de renovação no alto de uma montanha. Nesse lugar, a águia bate o bico contra a pedra até conseguir arrancá-lo. Com muita dor, espera nascer um novo bico e com ele arranca então suas velhas unhas, uma por uma. E quando lhe nascem unhas novas, ela arranca todas as penas do corpo. Depois que nascem as novas penas, a águia sai, então, para o vôo da renovação e vive por mais trinta anos.

O texto, de autor desconhecido, termina lembrando que em nossa vida também podemos fazer um processo de renovação, libertando-nos do peso do passado, mesmo que isso doa muito e nos tire sangue do peito.

Mensagem linda, mas totalmente fictícia. Nenhuma raça de águias, ou de qualquer animal, tem o costume de se automutilar para prolongar a vida. Isso jamais foi constatado por ornitólogos, especialistas no estudo das aves.

Mutilar o corpo, este patrimônio precioso que Deus nos confiou, não é renovar-se. Renovação é vida. Na vida pessoal, na empresa, no governo, em todas as áreas, o que não se renova enferruja. A natureza está sempre em movimento. Até nossas células se renovam a cada momento. Como diz a sabedoria popular, “pedra que rola não cria limo”.

Renovar-se não é negar as experiências e os conhecimentos anteriores, e sim aplicá-los cada vez melhor. É mudar a atitude. E isso começa em cada pessoa, para que seja realidade no grupo, na empresa e no país. Há empresas que mudam seus produtos, investem milhões em publicidade, mas seus profissionais de vendas continuam apegados a paradigmas antigos. A disposição para a mudança, nos dias de hoje, é questão de sobrevivência. Acontece que algumas pessoas (e empresas) resistem às mudanças por temerem os riscos que toda renovação apresenta. Na verdade temem não ter forças ou preparo suficiente para os novos desafios.

Em minhas palestras, costumo usar uma frase do profeta Isaías, que sempre provoca reação emocionada do público:

“Deus dá força aos cansados e vigor aos fracos e desanimados. Até os jovens se cansam, até os moços perdem as forças e caem de tanto cansaço, mas os que esperam no Senhor sempre renovam suas energias. Caminham e não perdem as forças. Correm e não se cansam, sobem voando como águias”.

Estimulado por essa frase, escrevi um livro, chamado “Voando como a Águia”, além de criar uma nova palestra inspirada nas atitudes que a águia tem durante o vôo e que podem ser aplicadas em nossa própria vida. Apresento a seguir, em resumo, as vinte qualidades que listei:

1. Meta – Saber exatamente o que se deseja alcançar.

2. Estratégia – Definir a forma de atingir os objetivos.

3. Visão de longo alcance - Enxergar de longe o objetivo e os obstáculos.

4. Foco – Escolher exatamente um alvo.

5. Planejamento – Planejar o modo de chegar ao seu objetivo.

6. Preparação – Estar apto para a ação.

7. Concentração – Não se dispersar no momento de agir.

8. Paciência – Aguardar a hora certa.

9. Senso de oportunidade – Perceber o momento certo.

10. Agilidade – Agir com desembaraço, leveza e vivacidade.

11. Velocidade – Movimentar-se com rapidez.

12. Preparo físico – Manter-se em boa forma.

13. Força – Ter energia para enfrentar os momentos decisivos.

14. Técnica – Ter capacidade de atingir o objetivo com precisão.

15. Confiança – Acreditar em sua capacidade.

16. Determinação – Tentar de novo, caso a investida não dê certo.

17. Fator surpresa – Surpreender o alvo.

18. Ousadia – Aventurar-se, sem medo de se expor.

19. Segurança – Viver e trabalhar de forma segura.

20. Responsabilidade – Cuidar da prole até que cada um saiba voar e se manter.

A lista acima nos mostra como fazer vôos maiores do que temos feito em nossa vida. Por isso quero deixar para você um desafio: A partir de agora, procure praticar, a cada mês, pelo menos uma dessas atitudes da águia. Assim fazendo, no prazo de vinte meses você estará “voando” como ela.

A águia é um símbolo de renovação e de renascimento. No dia que se inicia, fique sintonizado com a energia criadora e você conseguirá superar obstáculos, para realizar seus ideais e seus sonhos de vida



* Prof. Gretz, conferencista e consultor, é autor de vários livros, como A Força do Entusiasmo, É Óbvio, Viabilizando Talentos e “Voando como a Águia”


























domingo, 21 de setembro de 2014

Bom início de noite p/ todos.
Hoje quero falar sobre uma escritora prá lá de 10, que eu estou seguindo no Facebook.
Gente, ela é ótima.
Vc lê e pensa: acho que está falando de mim(ou, comigo).
Vale a pena eu transcrever algo que me deixou maravilhada.
A autoria não é dela, mas os sentimentos sim.
Lá vai:


Não te apaixones

Não te apaixones por uma mulher que lê,
por uma mulher que tem sentimentos, por uma mulher que escreve.
Não te apaixones por uma mulher culta, delirante, louca.
Não te apaixones por uma mulher que pensa, que sabe o que sabe e também sabe voar, uma mulher confiante em si mesma.
Não te apaixones por uma mulher que ri ou chora quando faz amor, que sabe transformar a carne em espírito;
e muito menos te apaixones por uma mulher que ama poesia (estas são as mais perigosas), ou que fica meia hora contemplando uma pintura e não é capaz de viver sem música .
Não te apaixones por uma mulher que está interessada em política, que é rebelde e sente um enorme horror pelas injustiças.
Não te apaixones por uma mulher que não gosta de assistir televisão. Nem de uma mulher que é bonita, mas, que não se importa com as características de seu rosto e de seu corpo.
Não te apaixones por uma mulher intensa, brincalhona, lúcida e irreverente.
Não queiras te apaixonar por uma mulher assim.
Porque quando te apaixonares por uma mulher como esta, se ela vai ficar contigo ou não, se ela te ama ou não, de uma mulher assim, jamais conseguirás ficar livre.

(Martha Rivera Garrido – Poeta Dominicana)

Ah, o nome de nossa mensageira inspiradora:
Marcia Lailin Mesquita
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sábado, 20 de setembro de 2014

Saudade

Saudade é uma das palavras mais presentes na poesia de amor da língua portuguesa e também na música popular. "Saudade" descreve a mistura dos sentimentos de perda, falta, distância e amor. A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar".

No Brasil, o dia da saudade é comemorado oficialmente em 30 de janeiro.

 

A saudade é típica dos mamíferos sociais: ocorre entre semelhantes, como em tantos primatas, como na afeição dedicada ao homem no caso do cão. A saudade sugere a observação do conhecimento fundado na "imitação do outro" (como no caso do pássaro que transmite melodias de uma geração para outra com fidelidade) e está "... permanentemente sob a ação de vozes internas, impregnados de palavras, constantemente submetidos a discursos mentais cuja textura linguística é impressa por nossos pais quando aprendemos a falar".
A distância, ou afastamento de quem se ama pode provocar efeitos psicológicos no organismo e desencadear reações que vão da sensação de angústia até o desenvolvimento de um quadro depressivo.
Em 2009, estudos e experiências de separação em animais e humanos exibiram resultados que "indicam uma ligação específica entre separação e aumento do cortisol" e sugerem a possibilidade de desenvolver-se uma droga que promova o bloqueio do hormônio causador da saudade e ajude as pessoas durante a separação ou ausência do objeto de amor.
 
 Pode-se sentir saudade de muita coisa:
  • de alguém falecido.
  • de alguém que amamos e está longe ou ausente.
  • de um amigo querido.
  • de alguém ou algo que não vemos há imenso tempo.
  • de alguém com quem não conversamos há muito tempo.
  • de sítios (lugares).
  • de alguém conhecido ou um colega.
  • de comida.
  • de uma música.
  • de situações.
  • de um amor.
  • de se fazer algo que há muito não se faz.
  • do tempo que passou... 

  • "Não importa o quanto essa nossa vida nos obriga a ser sérios... Todos nós procuramos alguém para sonhar... brincar... amar... e tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender."
    Bater com o queixo no chão dói.
    Torcer o tornozelo dói.
    Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
    Dói bater a cabeça na quina da mesa,
    Dói morder a língua, dói cólica
    Mas o que mais dói é a saudade.
    Saudade de um irmão que mora longe.
    Saudade de uma cachoeira da infância.
    Saudade de um filho que estuda fora.
    Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
    Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
    Saudade de uma cidade.
    Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
    Doem essas saudades todas.
    Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
    Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
    Saudade da presença, e até da ausência consentida.
    Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
    Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
    Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se
    amanhã.
    Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
    Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
    Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
    Saudade é basicamente não saber.
    Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
    Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
    Não saber se ela ainda usa aquela saia.
    Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
    Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre
    ocupada; se ele tem assistido às aulas de inglês,
    Se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial;
    Se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
    Se ele continua preferindo Malzebier;
    Se ela continua preferindo suco;
    Se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
    Se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
    Se ele continua cantando tão bem;
    Se ela continua detestando o MC Donald`s;
    Se ele continua amando;
    Se ela continua a chorar até nas comédias.
    Saudade é não saber mesmo!
    Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
    Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
    Não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
    Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
    Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo
    querer.
    É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os
    amigos por isso...
    É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
    Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
    Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
    Miguel Falabella