quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Você sabe dizer qual o valor de sua vida?

Você sabe dizer qual o valor de sua vida?
Você já parou para pensar ou saberia dizer qual é o valor de sua vida? Sem nenhuma dúvida, ela é o nosso maior bem, o nosso mais precioso tesouro, mas raramente ponderamos ou analisamos qual seria este verdadeiro valor. Podemos dizer que a felicidade e a paz interior são os maiores triunfos neste empreendimento.
A vida é para nós o que concebemos dela. Para o rústico cujo campo lhe é tudo, esse campo é um império. Para o César cujo império lhe ainda é pouco, esse império é um campo. O pobre possui um império; o grande possui um campo. Na verdade, não possuímos mais que as nossas próprias sensações; nelas, pois, que não no que elas vêem, temos que fundamentar a realidade da nossa vida.
O verdadeiro sábio é aquele que assim se dispõe que os acontecimentos exteriores o alterem minimamente. Para isso precisa couraçar-se cercando-se de realidades mais próximas de si do que os fatos, e através das quais os fatos, alterados para de acordo com elas, lhe chegam. (Fernando Pessoa)
Não duvide do valor da vida, da paz, do amor, do prazer de viver, em fim, de tudo que faz a vida florescer. Mas duvide de tudo que a compromete. Duvide do controle que a miséria, ansiedade, egoísmo, intolerância e irritabilidade exercem sobre você. Use a dúvida como ferramenta para fazer uma higiene no delicado palco da sua mente com o mesmo empenho com que você faz higiene bucal. (Augusto Cury)
Vale a pena viver intensamenteA vida é o nosso maior bem, portanto vamos sempre à luta com vontade e determinação.
Vale a pena viver a vida, já que a vida não é tudo que ela pode nos dar, mas tudo o que podemos dar por ela. Vale a pena acreditar em nós mesmos.
Vale a pena fazer o seu próprio destino. Vale a pena marcar a presença no mundo à sua volta e, principalmente, no mundo dentro de você.
Vale a pena doar-se... Pois ninguém pode multiplicar a si mesmo sozinho. O indivíduo precisa dividir-se e servir a todos através do pensamento e do serviço desinteressado. Vale a pena descobrir o verdadeiro sentido da vida!
Viva intensamente, cada momento, cada segundo... Ame muito, a tudo e a todos... Deixe seus olhos brilharem e seu coração pulsar feliz... Sorria, brinque, volte a ser uma linda criança!
Este é o verdadeiro valor da vida.
Não espere adoecer para descobrir que a saúde é precioso talento, que a família é um tesouro, e os amigos, jóias raras. Pense nisso.
Comece desde agora a viver com intensidade, desfrutando de todas as oportunidades que a vida lhe oferece.
Não trabalhe somente para produzir, ganhar e crescer. Lembre-se que o crescimento vem do prazer de realizar. E, num dia de vinte e quatro horas, não esqueça de reservar ao menos alguns minutos para exercícios e demonstrações de carinho. (Maktub)
Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo. (Hermann Hesse)
A vida é uma dádiva


Viva um caso de amor com a humanidade

Viva um caso de amor
Apaixone-se pela vida, viva um caso de amor com a humanidade.
Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo - não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.
Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre. (Charles Chaplin)

Apaixonar-se pela vida é ter um “caso de amor” com a Humanidade.
Apaixonar-se pela vida é estar sempre em prélio por um mundo melhor.
Apaixonar-se pela vida é ter como objetivos principais ser e fazer alguém feliz.
Quando você perde o prazer de viver é porque algo muito grave está acontecendo no seu mundo mais íntimo.
Não ter prazer em viver é ser ingrato a Deus.
Apaixone-se pela vida!
E, se por acaso, o mundo lhe parecer feio, acredite, não é verdade, são as “vidraças” dos seus olhos que estão embaçadas pela poeira do pessimismo.
Cuidado para não adoecer com a doença do “Coitadinho de Mim”.
(Agnaldo Paviani)

Todos nós nascemos merecedores de todas as coisas boas que existem no Universo. Com o passar do tempo, adquirimos uma série de crenças e valores que nos impedem de crescer e prosperar. Viver a abundância é nos sentirmos merecedores de tudo que existe ao nosso redor, é uma mudança de atitude. Sempre existe para cada um de nós a opção de ver o copo ou cheio pela metade ou vazio pela metade.
É possível amar o mundo inteiro... O amor nunca deveria ser possessivo... Não deveria ser exclusivo, e sim inclusivo... Quando o amor é inclusivo você é capaz de reconhecê-lo como tal... Quando um amor é exclusivo, dedicado exclusivamente a uma pessoa, você o restringe tanto que acabará matando-o. Você estará destruindo sua infinitude... As pessoas deveriam amar... O amor não deveria ser apenas um relacionamento: deveria ser um estado do ser... E sempre que você ama uma pessoa, através dela ama a todos... (Osho)

Não te esqueças, esse ponto desperta em ti a suprema alegria, esta por sua vez desperta as bênçãos. Como uma corrente, um elo puxando o outro rumo ao espaço vivo e infinito.
Seja feliz!



Abraços e muita paz!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Dicas para elevar sua auto-estima


Dicas para elevar sua autoestima
Aqui estão algumas dicas para identificar e aumentar sua auto-estima:

O que é autoestima?

É a opinião e o sentimento que cada pessoa tem por si mesma.
É ser capaz de respeitar, confiar e gostar de si.
 Melhor caminho para o autoconhecimento: diálogo interno. Características da baixa auto-estima:

- insegurança
- inadequação
- perfeccionismo
- dúvidas constantes
- incerto do que se é
- sentimento vago de não ser capaz de realizar nada >> depressão
- não se permite errar
- necessidade de agradar
- aprovação
- reconhecimento

O que diminui a autoestima?

- críticas e autocríticas
- culpa
- abandono
- rejeição
- carência
- frustração
- vergonha
- inveja
- timidez
- insegurança
- medo
- humilhação
- raiva
- e, principalmente: perdas e dependência (financeira e emocional)

Quando começa a se formar

Na infância. A partir de como as outras pessoas nos tratam. Quando criança pode se alimentar ou destruir a autoconfiança. Auto-estima baixa geralmente está relacionada a falsos valores. Crença que é necessária pela aprovação da mãe ou pai.

Para elevar a autoestima é preciso:

- autoconhecimento
- manter-se em forma física (gostar da imagem refletida no espelho)
- identificar as qualidades e não só os defeitos
- aprender com a experiência passada
- tratar-se com amor e carinho
- ouvir a intuição (o que aumenta a autoconfiança)
- manter diálogo interno
- acreditar que merece ser amado(a) e é especial
- fazer todo dia algo que o deixe feliz. Pode ser coisas simples como dançar, ler, descansar, ouvir música, caminhar.

Resultados da autoestima elevada

- mais à vontade em oferecer e receber elogios, expressões de afeto
- sentimentos de ansiedade e insegurança diminuem
- harmonia entre o que sente e o que diz
- necessidade de aprovação diminui
- maior flexibilidade aos fatos
- autoconfiança elevada
- amor-próprio aumenta
- satisfação pessoal
- maior desempenho profissional
- relações saudáveis
- paz interior
Por:
Rosemeire Zago
Psicóloga clínica com abordagem jungiana, especialização em psicossomática. Desenvolve o autoconhecimento e ministra palestras motivacionais.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Filhos Ingratos

Autora:Eliana Barbosa*

Um dos maiores desafios na vida em família, a meu ver, está na convivência entre pais e filhos. Assim como temos visto em várias novelas da TV brasileira, a vida real, infelizmente, também nos mostra algumas mães e pais totalmente decepcionados com filhos ingratos e alguns até cruéis.
Então, como você – pai ou mãe – deve agir diante dessa situação?
Em primeiro lugar, entenda que seu filho vê em você a imagem que você mesmo vê e transmite para o mundo – a de uma pessoa que não se valoriza e faz tudo pelos outros, na vã tentativa de ser amada e reconhecida.
Para que seu filho reconheça suas qualidades e o respeite, tome a atitude de se amar mais do que a qualquer outra pessoa. Dê um basta nessa superproteção em relação aos filhos e comece a cuidar de quem é mais importante em sua vida: VOCÊ! Isso não é egoísmo, e sim um resgate da sua autoestima, do seu amor próprio. Só com a autoestima abastecida você é capaz de amar com equilíbrio e educar com limites.
Abandone o amor permissivo e adote o amor exigente por seu filho. Ele precisa entender que você o ama, mas você não gosta e não vai aceitar as atitudes erradas dele. Consciente de que você fez o melhor por seu filho, fale e aja com firmeza no sentido de não permitir mais desacatos, e exija que ele o respeite.
Aceite que, por mais exemplos bons que você tenha dado ao seu filho, ele fez a escolha de ignorá-los. Sua boa influência está com ele, mas se ele optou por seguir o caminho da ingratidão ou da desonestidade, a única coisa que você pode fazer é rezar por ele e seguir sua própria vida, sem rancores e cobranças. Isso mesmo, que você perdoe ao seu filho para se libertar de mágoas que, mais dia menos dia, acabarão manifestando-se em forma de doenças. Perdoar não é aceitar, é apenas não se prender às dores do ressentimento. Cuidado: é grande o número de pais e mães que adoecem, numa busca inconsciente de atenção e carinho dos filhos. Não caia nessa armadilha e cultive sua fé na certeza de que seu filho, antes de ser seu, ele é filho de Deus.
E, com essa dolorosa lição que a ingratidão em família pode lhe trazer, daqui para frente tome cuidado com as expectativas e idealizações. São elas as grandes responsáveis pelas decepções.
Lembre-se: ninguém muda ninguém, a não ser a si próprio. Cada pessoa tem sua natureza e o livre arbítrio de escolher acordar ou não para a vida. Por isso, não perca mais tempo tentando mudar seus filhos. Permaneça firme como bom exemplo para eles e decida, hoje mesmo, buscar seus recursos internos para ser feliz, sem jamais condicionar sua felicidade a quem quer que seja!

(*Eliana Barbosa é apresentadora de TV, palestrante e autora de diversos livros no campo do auto-desenvolvimento).


Pais e filhos, uma relação de ingratidão e amor

por Bernardino Nilton Nascimento - bn.nascimento@uol.com.br

A ingratidão é uma úlcera em nossa alma, que um dia há de desaparecer do planeta. A ingratidão, sob qualquer forma, expressa o verdadeiro sentimento de quem a carrega, produzindo incontrolável mal estar onde se apresenta.

O ingrato é aquele que retribui o bem com o mal, a generosidade com a avareza, a simpatia com a aversão, o acolhimento com a repulsa, a bondade com a soberba. É sempre um atormentado que espalha insatisfação. A ingratidão, além de detestável, mancha a moral dos filhos para com os pais. Ela se eleva a proporções extremas, por ser um alarmante ato de rebeldia contra a criação Divina.

O filho ingrato é cruel com o coração dos pais, incrédulo carrasco que não se comove com as doloridas lágrimas maternas, nem com as angústias penosas do sentimento paterno.

Com a desagregação da família, que se observa generalizada na atualidade, a ingratidão dos filhos torna-se responsável pela presença de várias feridas morais no afundado organismo social, cuja terapia se apresenta complexa e difícil.
Todavia, filhos há que receberem dos pais as profundas demonstrações e testemunhos de sacrifícios e carinho, aspirando a um clima de paz, de saúde moral e de equilíbrio, nutridos pelo amor.

Aos filhos, compete amar os pais, mesmo quando negligentes ou socialmente fora de moda, por que é do código Superior da Vida. O impositivo é honrar pai e mãe, sem ter vergonha do seu jeito e de sua aparência, muitas vezes cansada pelas noites mal dormidas e o choro escondido pela ingratidão. 



 

 Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém... Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim... E ter paciência para que a vida faça o resto...
William Shakespeare


Concorda? Não?
Pois então, poste sua opinião.

Abraço caloroso...

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Um dia, quem sabe

Como acreditar que há possibilidade de ser feliz quando desde sempre você enfrentou o desamor? Quando você pensava ter encontrado a pessoa certa, o Outro da sua vida, você quebrou foi a cara. Ele entrou na sua vida para tirar onda. E você ficou assim: desenvolvendo um conformismo atroz, se amaldiçoando e ao mesmo tempo procurando resignar-se com o que a vida lhe reservou, ou seja, nada, ninguém. Você que tentou acreditou que felicidade se compartilha, dançou. Você não quer comandar, quer compartilhar. Não quer ser único, quer ser dois. Mas o destino, se destino existir, foi cruel com você e traçou um caminho de solidão. Não aquela solidão necessária à reflexão, ao relaxamento, mas aquela pesada, aquela que faz você chegar em casa, olhar para as paredes e só tê-las como companheiras.
Quem vive no desamor coleciona dias tristes, dias em que se doou demais e não recebeu nada em troca. Vive ajudando os outros e saindo das relações de mãos vazias, e olhe que você não tem vocação para Madre Teresa. Quem vive no desamor vai acumulando ressentimento e rancor. Disfarça, mas lá dentro, em conversas solitárias consigo mesmo, maquina vingança. Disfarça mas gostaria que o Outro se desse mal, que pagasse um preço alto por ter feito você sofrer. Depois, entra num processo de autopunição. Eu não posso pensar assim, eu não quero pensar assim, eu não sou essa pessoa má. Aí você recomeça do zero: negando tudo e querendo que o Outro seja feliz. Afinal, era amor ou não o que você sentia?
O desamor é tudo isso: culpa e absolvição. Punição e redenção. Quando passa a viver esse dilema, automaticamente você chega ao estágio em que toda a sua espiritualidade vai por água abaixo. Você vira ateu (ateia) do dia para a noite. A agressividade fica lhe rondando, como se você fosse explodir a qualquer momento. Com muita dificuldade vem o autocontrole. Outro dilema. Viver o desamor é estar numa roda-gigante constante por dias e noites. É querer voltar para o Outro e desistir. Não quero sofrer mais, você promete a si mesmo. E fraqueja. E depois se afasta com o desamor que o Outro provoca. Outro dilema. Vai e vem.
É estar constantemente à espera. À espera de que um dia, mesmo já velhinho (a), a sorte bata à sua porta e você finalmente dê de cara com a pessoa que fará seus dias, finalmente, alegres e completos.

 "A máquina lenta do desamor, as engrenagens do refluxo, os corpos que abandonam as almofadas, os lençóis, os beijos, e de pé diante do espelho interrogando-se cada um a si, já não se olhando entre eles, já não nus para o outro, já não te amo..." - Julio Cortazar

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Como lidar com a Decepção?

A decepção faz parte da vida. Afirmo peremptoriamente que é necessário para o desenvolvimento humano. O desapontamento, na grande maioria das vezes é um impulso para a ação, fornece-nos motivação para crescer e ir ao encontro dos nossos objetivos. A decepção pode considerar-se sempre que identificamos um erro entre aquilo que desejamos alcançar ou que acontecesse e aquilo que realmente alcançámos ou que aconteceu. Sempre que identificamos esta discrepância, na grande maioria das vezes podemos ficar decepcionados, com os outros ou conosco mesmo.
Mas é exatamente essa discrepância que nos permite avançarmos, que nos permite questionarmo-nos, que nos permite olhar a realidade de frente e progredirmos. A decepção é uma forma de frustração, e aprender a lidar com a frustração é uma habilidade necessária para conseguirmos lidar com as nossas emoções de forma funcional.

Para promover o crescimento, a decepção precisa ser experimentada, pelo menos num primeiro momento, em pequenas doses controláveis​​. Aprender a gerir de forma “ótima” as decepções e frustrações na infância ajuda-nos a desenvolver a capacidade de lidar com as decepções mais dolorosas que encontramos ao longo de toda a vida. Por outras palavras, experimentar decepções toleráveis ​​quando somos jovens, enquanto os nossos pais estão lá para nos ajudar a lidar com elas, ajuda-nos a construir  “músculos” psicológicos, força emocional e habilidades para lidar com esses sentimentos.

Não pretendo passar a mensagem que os pais devem deliberadamente procurar formas de decepcionar os seus filhos. Nada disso. No entanto, é importante no desenvolvimento das crianças que não aja uma super proteção, devendo considerar-se normais pequenas frustrações e toleráveis algumas insatisfações. Este processo de viver as experiências menos boas sem alarmismos, por exemplo, não ser capaz de encontrar um brinquedo favorito, não ser satisfeito um pedido de doces no supermercado, ter que ficar com uma babá por algumas horas, e até mesmo ter que dividir algo com um irmão, faz parte do importante processo de construção de habilidades de enfrentamento.


Se você é pai, educador ou professor pense nisso por breves momentos. Pense numa forma de desenvolver força emocional na sua criança ou jovem. Por outro lado, se você já é adulto e sente que tem problemas em lidar com a decepção, muito provavelmente não desenvolveu determinadas habilidades chave quando era mais novo. Por esse motivo não julgue que algo de errado está acontecendo com você. O que necessita é entender os gatilhos que fazem disparar a sua decepção e as crenças que as suportam. Todos nós ao longo da nossa vida vamos construindo um conjunto de conceitos e ideias que nos servem de orientação e pela qual olhamos o mundo. Mas se essas crenças forem demasiado rígidas, podem causar-lhe problemas encaminhando-o para uma frustração recorrente, empurrando-o para uma decepção generalizada com a maioria da pessoas e/ou da visão que possa ter acerca do mundo.
Na vida adulta, muitas são as vezes que as coisas não acontecem de acordo com as nossas expectativas. Muitas são as vezes que as pessoas não agem de acordo com aquilo que esperamos. Por vezes infligem-nos sofrimento, falham conosco, são ingratas e injustas, levando-nos ao sentimento de decepção. Para lidar com este sentimento de forma a não sairmos denegridos, prejudicados e acima de tudo deprimidos, importa sermos flexíveis, importa acionarmos a aceitação da realidade.

Uma das chaves para lidar com a decepção dos outros, é perceber e tomar consciência que somos todos humanos, e os seres humanos são, por definição, seres imperfeitos. Todos nós, cada um de nós, decepciona alguém, em algum momento ou outro. Reconhecer este fato da experiência humana pode ajudar-nos a lidar com a dor da desilusão, quando se trata de aprofundar a nossa capacidade de amar e conectarmo-nos com a “imperfeição” dos outros.
Todos temos modelos pelos quais aprendemos a agir no mundo. Essas pessoas transmitem-nos algumas linhas de orientação que nos servem ao longo da vida. São pessoas que admiramos, que idolatramos e que acima de tudo respeitamos. No entanto, essas pessoas de referência também são humanas, cometem erros, deslizes e por vezes injustiças, direta ou indiretamente, acabando por decepcionar-nos. No processo de enfrentar as frustrações (processo de ruptura com o modelo), grandes e pequenas, quer em tenra idade quer na idade adulta permite-nos colocar à prova as nossas habilidade de enfrentamento, e com isso desenvolvermos a capacidade de nos ajustarmos à realidade das situações.
Este processo pode ser complicado, mas aplicando alguns passos você pode conseguir ultrapassar o sofrimento da sua decepção:
  • Fale sobre a sua decepção. Abordar o assunto pode parecer fazer piorar a dor no início. Mas, acredito que ao falar sobre os motivos e acontecimentos que o conduziram até à sua decepção pode ser promotor de esclarecimento e da procura de um atenuante. Conversando com amigos, parentes, ou um profissional pode ajudá-lo a processar os sentimentos e a restabelecer o equilíbrio emocional.
  • Lembre-se que existem sempre várias versões para uma história. Tente obter mais informações antes de tomar qualquer ação ou tomar qualquer decisão sobre como responder a uma situação.
  • Coloque-se no lugar da outra pessoa. Mesmo se você tenha uma opinião diferente, não diga, “Eu nunca faria isso.” Quem sabe, você até poderia fazer se estivesse na mesma posição.
  • Seja gentil com você mesmo. A raiva, que pode ser o seu sentimento primário, muitas vezes é uma reação à dor. Tente reconhecer o quão você se sente magoado e tenta amenizar a sua dor com gentileza e bondade. Esforce-se por não ficar demasiado ressentido ou rancoroso.
  • Converse com a pessoa que foi alvo da sua decepção, se for possível, pode ser útil, mas às vezes pode piorar as coisas. Então, seja claro sobre o que você pretende alcançar com essa possível conversa. Insultar ou atacar  provavelmente não vai ajudar. Procure envolver-se numa discussão realista sobre o que a outra pessoa fez, e o quanto isso tem perturbado você, pode ser útil.

A decepção não é inerentemente algo mau. A decepção comporta em si um lado duplamente positivo. Uma das razões é porque ela representa a paixão a uma causa, a um valor ou a uma pessoa. A outra razão é que ela impulsiona-nos à resolução e à combatividade perante a frustração vividaQuanto maior a sua decepção, maior o significado da sua paixão e consequentemente maior poderá ser o impulso para a solução. No entanto, nem sempre assim é. Nem sempre a pessoa canaliza essa enorme energia da melhor forma e na melhor direção.
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Com estes dois lados positivos da decepção, a emotividade pode tomar conta da pessoa e os disparates serem o porta estandarte da estratégia de enfrentamento. Certamente esta não será uma forma funcional de lidar com a decepção.
 Por exemplo, sempre que você tenta afogar a sua desilusão, negar os seus objetivos e sonhos ou mesmo desistir deles, você está realmente apenas rejeitando quem você é verdadeiramente. Ao subjugar os seus desejos, as suas vontades, os seus objetivos, os seus sonhos, as suas visões, o seu verdadeiro eu, você anula-se. Quando você tenta negar os seus desejos reais, você está apenas consumindo-se. Você pode tentar fingir que está tudo bem e continuar normalmente na sua vida quotidiana, mas você não pode enganar o seu subconsciente. Quando você se separa dos seus valores e daquilo que é significativo para si, a vida começa a ser vivida de forma vazia. Com o tempo, você corre o risco de ir-se afundado num estado de decepção e insatisfação que pode conduzi-lo para um estado de apatia geral. Você começa a viver todos os dias “sem vida”, sem paixão ou entusiasmo. Você passa a sentir-se estéril e vazio. Com alguma naturalidade você pode cair em depressão.
A boa notícia é que lidar com a decepção não tem de ser desta forma.  Você não está sozinho na sua desilusão. Todos nós somos susceptíveis à decepção e certamente em algum momento iremos ficar decepcionados. Seja com os amigos, familiares, professores, gestores, colegas de trabalho, enfrentar a decepção é uma realidade da vida. Não é um fenómeno exclusivamente seu. Ainda que na grande maioria das vezes a decepção possa ser disparada por um gatilho do qual você não tem plena consciência, você pode proativamente lidar com isso de uma maneira consciente. Desde que aprenda como lidar corretamente com as suas decepções, você pode levar a vida de forma funcional, em alinhamento com as suas paixões e desejos interiores.

Coloque-se num estado mental mais claro sempre que você experimentar a decepção. Num estado de abatimento você é puxado para baixo, para um estado inferior, onde os seus pensamentos são predominantemente enraizadas no medo, tristeza, dor, ou até mesmo apatia. E, usualmente tudo este processo ocorre de forma subconsciente. Pode haver momentos em que o sentimento de decepção é tão avassalador que parece o fim do mundo.  A tristeza instala-se, com isso você aciona uma ponte para o seu passado, relembrando-se de mais acontecimentos de tristeza que comprovam a sua decepção. O ciclo de negatividade cresce de forma automática, dado que a tristeza alimenta a tristeza. Os seus níveis de energia diminuem podendo levar à resignação e à letargia.
Ficar preso num tal estado que o impede de pensar logicamente e com clareza, é desvantajoso. Ao lidar com a decepção, o seu primeiro foco deve ser tentar trazer a sua consciência para um nível mais neutro ou positivo, tentando colocar-se num estado de maior capacidade para reagir à sua situação.
Procure atividades positivas, onde possa energizar-se a si mesmo. Que atividades você mais gosta de fazer na sua vida? Identifique-as. Pode-se escrever isso numa folha de papel, jogar, andar no parque, assistir a um filme de comédia ou conversar com amigos divertidos. Se você acha que ler o seu livro favorito puxa por você, em seguida, pegue no livro e comece a lê-lo. Se dar um passeio à beira-mar ou à volta da sua casa torna-o mais descontraído, em seguida, saia de casa e desfrute da brisa lá fora. Se jogar pode fazê-lo sentir-se melhor, vá em frente e jogue. Faça tudo o que possa fazê-lo sentir-se melhor. Às vezes, simplesmente passar algum tempo sozinho pode ser a melhor maneira para você arrumar as suas ideias e recuperar a energia perdida.
Talvez todas estas recomendações possam parecer-lhe banais, coisas normais, coisas que você até já sabe que são úteis. No entanto digo-lhe que são muitos eficazes. Na grande maioria das vezes as coisas mais simples são as que funcionam, mas são igualmente aquelas às quais somos mais resistentes. Isto acontece porque julgamos precisar de um “milagre” para nos sentirmos melhor. E, também porque se você não sente vontade nenhuma para fazer algumas das coisas sugeridas, porque razão se vai propor a isso? Porque num estado de decepção, é benéfico que você seja proativo no restabelecimento do seu humor e do seu equilíbrio emocional. Certamente concorda? Acredito que sim. Então é lógico fazer coisas para voltar a sentir-se bem, certo? Volto a acreditar que concorda comigo. Perante este raciocínio, reforço a ideia de que uma das melhores formas para lidar com o seu estado de decepção é fazendo coisas para voltar a sentir-se bem.
 Acredito que aliado às estratégias referidas anteriormente para resolver a situação prática com a pessoa que foi alvo da sua frustração, uma combinação de atividades, incluindo o tempo sozinho, conversar com bons amigos, assistir aos seus programas favoritos e jogar os os seus esportes favoritos ajudam a recuperar-se para um estado de capacidade.

Quando você está desapontado, a sua fonte de decepção pode estar enraizada no seu apego excessivo a um determinado resultado. Quando um resultado não se manifesta do jeito que você imaginou, você fica decepcionado. Esta é uma resposta perfeitamente natural. No entanto, entenda que as suas expectativas no resultado, ou objetivos, são um reflexo ou projeção externa de um desejo subjacente que você tem. As expectativas podem ou não ser projeções precisas, porque são interpretações meramente subjetivas do que você pensa que é necessário para viver de acordo com o seu desejo subjacente.
Por exemplo, digamos que você foi a uma entrevista na empresa “A”. A Empresa “A” oferece um pacote de benefícios grande, você já ouviu elogios sobre o local. Você pretende fazer uma carreira na empresa “A”. No entanto, você é preterido por outro candidato a quem consideraram como tendo um melhor perfil para o cargo.  A empresa passa a ter uma política de apenas aceitar um candidato uma vez a cada dois anos. Não há nenhuma maneira de você tentar de novo nos próximos dois anos. O que você deve fazer a partir daqui?
O segundo passo para lidar com a decepção exige que você olhe para os seus desejos e objetivos e não propriamente para o seu resultado obtido. Comece por reconhecer que um emprego na empresa “A” é apenas uma projeção dos seus desejos internos. O seu desejo interior pode ser o de obter uma carreira desafiante e ter um emprego num ambiente de trabalho dinâmico. Se tentou e não conseguiu um bom resultado, há muitas maneiras para alcançar o seu desejo, como trabalhar na Empresa G, Empresa X, ou mesmo a criação do seu próprio negócio. Trabalhar na empresa “A” era apenas uma das muitas maneiras de você poder conseguir isso.
Neste exemplo, era importante não personalizar a decepção. Ou seja, era importante não ficar decepcionado consigo mesmo, nem atribuir descrédito às suas capacidades ou habilidades. Nestas situações, tal como referido anteriormente é importante encarar a realidade dos fatos, e não entrar num ciclo de negatividade. É importante perceber a razão do abatimento e da frustração, mas depois, com clareza tentar perceber que na base da desilusão está algo bom: os seus desejos. E esses desejos podem continuar a alimentar as suas ações no sentido de chegar onde pretende. A decepção só é prejudicial quando você a usa para o travar, para o imobilizar na sua frustração e impedir que continue em frente.

É importante trabalhar a sua capacidade de adaptação às circunstâncias da vida e à mudança, desenvolvendo a sua flexibilidade de pensamento.  Muitas pessoas permanecem num estado desapontado porque ficam enraizadas nas suas expectativas acerca de como a realidade deve ser. Se você está decepcionado com alguma coisa, muito provavelmente pode estar a alimentar certas percepções sobre como as coisas deveriam ser. Estas percepções não são a realidade, elas são invenções criadas por si na sua mente, não propriamente falsas, mas elaboradas nas suas crenças e formas de olhar o mundo. Nem verdadeiras, nem falsas. Mas se estão contribuindo para a sua decepção, merecem ser revistas, merecem um outro olhar.
Estas ilusões mentais são desencorajadoras porque mantêm-no preso num estado negativo. Algumas dessas ilusões são alimentadas por distorções do pensamento, impedindo-o  de progredir na direção para onde você pretende ir. Lidar de forma assertiva com o desapontamento requer que você fique ciente das suas ilusões mentais.
Quando você está desapontado, pergunte a si mesmo: “o que é que me está a fazer ficar preso neste sentimento? A que falsas percepções é que eu estou a agarrar-me ? Que ideias fixas da realidade eu estou a levar em consideração?
Procure essas ilusões, uma por uma. Pergunte-se como e quando você passou a ter essas ilusões. Consciencialize-se delas e liberte-se delas. Estas ilusões são o que lhe dá uma visão errada da realidade. Elas estão impedindo que você aja construtivamente sobre a sua situação ou viva a sua vida da maneira que pretende.
 Muitas pessoas decepcionam-se com algumas situações ou resultados, porque veem isso como uma derrota ou um fracasso comparativamente ao que querem atingir. Sentem-se como se tivessem dado um passo para trás relativamente às suas expectativas.
Por exemplo, digamos que você investiu muito do seu tempo na preparação para os exames. Você tinha a crença de que essas ações, juntamente com o que você sabia (a sua realidade), resultaria num resultado positivo. No entanto, em vez de atingir esse resultado, você ficou aquém das suas expectativas.
Provavelmente perante uma situação como a descrita anteriormente você ficaria desapontado, essa experiência é realmente exemplificativa que existia um equívoco no seu pensamento. A apreciação inicial levou-o a concluir que o que fez e sabia era suficiente para alcançar o resultado pretendido, que na verdade não foi. Em vez disso, você pode precisar de aumentar os seus recursos ou mudar a sua abordagem para alcançar os resultados desejados. A sua decepção tem realmente como finalidade  ajudá-lo a mover-se em direção aos seus objetivos, e não conduzi-lo para longe como se pensava inicialmente.
Neste exemplo, e sendo abordado de forma construtiva, iria servir para a obtenção de novas lições, seja sobre si mesmo, a situação ou mesmo do mundo. Você ganhou alguma coisa que ninguém mais poderia fornecer-lhe. Como pode um resultado negativo ser um revés se lhe deu algo novo para aprender? Você chega a um novo nível de consciência e crescimento que nunca teve antes. A decepção serviu-lhe, promoveu-lhe novos entendimentos e formas mais funcionais para obter o que desejava.

Lidar com a decepção não é definitivamente uma tarefa fácil, mas se você trabalhar focado nas etapas mencionadas acima, acabará por ajudar a retirá-lo do estado vazio e confuso que provavelmente se encontra. Ainda que alguns dos seus objetivos do passado possam ter culminado em decepção, isso pertence ao passado. Você agora tem a possibilidade de lidar com as frustrações de uma forma mais funcional e vantajosa para si. Mantenha-se focado nos seus desejos e nos seus sonhos de vida. Não olhe os resultados como fracassos usando a decepção como uma paralisia da ação. Com os seus desejos em mente, continue em frente.  Tal como como transmiti no artigo: Flexibilize-se, adapte-se e tire vantagem da mudança. No entanto, tome nota para não prender-se ao fracasso ou falha de alguns dos seus objetivos. Quando você faz isso, começa a cair na armadilha de associar a sua própria pessoa aos objetivos menos conseguidos. Isso não é sustentável, porque esses objetivos são apenas resultados externos, que são impermanentes. Você é muito mais que os seus resultado ou decepções. Você é aquele que pode aprender e crescer com isso.
“A vida não é apenas sobre como alcançar as metas, é sobre vivê-las ao máximo.”
Em cada situação que sabe poder conduzi-lo ao seu objetivo, escolha as ações que lhe permite viver em alinhamento com os seus desejos mais íntimos, de acordo com as suas habilidades, dentro dos seus contextos situacionais. À medida que você for fazendo isso, não há razão pela qual  possa sentir-se para baixo, porque tem feito tudo aquilo que pode fazer. Eu escrevi sobre este assunto no artigo: O poder da ação, fazer o que é necessário ser feito.
Quando você começar a fazer isso, vai perceber que é capaz de viver conscientemente e livremente em vez de sujeitar-se aos resultados. Você é capaz de canalizar construtivamente a paixão dos seus desejos mais íntimos para viver o tipo de vida que você quer.

Autor

Abraço

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

ACREDITAR, LUTAR, VENCER: SUPERAÇÃO 

É de nosso pleno conhecimento que a vida é feita de desafios.  Cada amanhecer é prenúncio de lutas e batalhas, onde buscamos sempre a vitória. O dia pode ser amargo ou doce. Porém, à medida que ele começa difícil, detectamos a necessidade de superar as dificuldades. É quando vem à tona o poder da superação. Transpor barreiras e limites.
Superar é principalmente  querer, ter vontade de seguir continuamente vencendo os desafios impostos pela vida. É o poder de saber reconhecer o quanto se é forte. Recomeçar todos os dias e sempre que necessário, enxergar tudo à volta de forma otimista.
Ao longo da existência enfrentamos inúmeros obstáculos. Alguns tem origem dentro de nós, como a vaidade e  o egoísmo. Precisamos começar nos desvencilhando desses sentimentos, pois eles  trazem grandes prejuízos à alma.
Nossa vida é uma contínua história de superação. Nessa trajetória, comumente somos instados a ser exemplo e motivação. Mas essa história também pode ser de dramas e tragédias. Se entendermos que à nossa frente existe uma barreira, que parece ser intransponível, o certo é pensar positivo e exercitar a força interior. Vencê-la.
A vontade de vencer, a atitude tomada e postura assumida diante dos fatos é o que podemos definir como superação. Ter foco, sem se importar com a opinião alheia. Certo ou errado, os frutos de seus planos serão colhidos por você.
Procure enxergar além da montanha. Sempre lembrando que isso o torna forte e guerreiro. Em certos momentos, os maiores desafios a ser superados estão contidos na mesmice que se encontra dentro de nós. Se queremos superar algo, precisamos avançar sempre em atitude e direção positiva. Então, busque compartilhar abraços, olhares, felicidades, momentos e sorrisos. Oferte o que é bom e não desanime nunca.
É importante lembrar que sorrisos verdadeiros e espontâneos encantam pessoas e as tornam mais fortes. Um sorriso sem graça, um coração frio e uma alma vazia trazem amargura à vida. Geram forte desânimo para encarar e superar os desafios.
Quando temos o controle total sobre o “eu”, usamos o lado racional e com ele nos fortalecemos, renascemos a cada dificuldade vencida, superada. Em sentido inverso, a falta desse controle nos faz fracos, conformados com o fracasso.  Sem ânimo para vencer e transpor barreiras, limites.
Não ter medo de caminhar por rotas desconhecidas sem bússola. Em momentos como esse devemos ter atitudes que talvez ninguém ainda as teve. E não esperar o incentivo fácil dos outros. Devemos ser os primeiros a acreditar em nossos sonhos.
Procure valorizar os momentos de alegria. Se deliciar com a vida, mas sem expectativas exageradas.  Vivencie sem culpas, cobranças e ressentimentos. A evolução do ser humano depende de cada um. Mantenha uma vida equilibrada e digna para não amargar sofrimento e dor.
Seja feliz ao seu modo, à sua maneira e ao seu tempo. Use o passaporte da vida a favor para ser uma pessoa feliz. Jamais perca a coragem, o ânimo e o espírito guerreiro. Tampouco, a capacidade de amar. A vida é e sempre será de superação. Supere a si mesmo. E será um vencedor.
 

 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014


1
Verifique quantos dias vai ficar fora. Se for por 5 dias, faça mala para 6 dias, por via das dúvidas. Sempre tenha uma troca de roupa para emergências.




2
Faça uma lista de tudo que você usa no dia. Planeje a mala pensando em todos os dias que vai ficar +1. Lembre de roupa de banho (se for o caso), pijamas e blusas de frio (se for o caso).
3
Pense no seu destino: Você vai ficar na casa de um amigo ou família em que você poderá usar os objetos deles se precisar? Ou estará em um hotel onde nem tudo está disponível? Lavar roupas pode demorar e ser caro, mas a maioria dos hotéis tem serviço de lavanderia. Esse serviço pode até ser bom, mas é caro!

4
Comece pela sua cabeça: shampoo e condicionador, gel, creme, seu próprio pente ou escova (se não quiser piolhos dos outros), etc.


5
Leve as coisas para o rosto. Você usa cremes ou loção que irá precisar? Leve uma escova de dente e uma pasta de dente tamanho pequena. Se você não tiver um porta-escovas, use um saquinho. Não leve nada maior do que 100ml na sua bagagem de mão – ponha os cosméticos maiores em embalagens de 100ml, ou a segurança do aeroporto vai confiscá-los.


6
Leve as roupas. Tente manter um estilo neutro para que tudo combine com tudo, e não se esqueça das roupas íntimas e pijamas! (E melhor ter algumas roupas íntimas extra, então coloque 2 a mais do que os dias que vai ficar – nunca é demais prevenir!) Uma boa regra é levar quatro shorts/saias e 9 camisetas/blusas e sapatos combinando. Além disso, se o seu destino for uma praia ou piscina, não se esqueça do traje de banho. Leve também toalha, filtro solar e outros objetos de praia.


7
*Sapatos: Tente levar sapatos que combinem com todas as roupas que você está levando, isso economiza um bom espaço. Se tiver piscina ou praia, você vai precisar de chinelos.

8
Inclua outras coisas como remédios – se for sair do país e passar pelo aeroporto, você precisará de prova de que são seus, então leve também a receita. Certifique-se de que você tem remédio suficiente para tomar durante toda a viagem e mais um ou dois dias.


9
Leve equipamentos eletrônicos. Não se esqueça do celular e do carregador. O mesmo com o seu notebook se estiver levando. Lembre dos cabos e dos carregadores. E também do mp3 player ou iPod – não se esqueça de nenhum cabo ou carregador. E por último, verifique se a tomada do lugar para onde vai é o mesmo tipo dos seus aparelhos. Se não for, pode ser necessário levar um adaptador.


10
Não se esqueça das coisas que vão te distrair durante a viagem. Inclua revistas, músicas e livros.

11
Se estiver viajando de carro, não se esqueça de levar uma troca de roupa íntima, um dinheiro trocado e alguns lanches e guloseimas.


12
Nunca se esqueça das coisas para manter as crianças ocupadas. Não vai ser divertido se você esquecer o vídeo game, os iPods, ou suas baterias e fones de ouvido.


Dicas

 

  • Se você está viajando e tem um filho, deixe que ele/a te ajude a fazer as malas para minimizar o choro na hora de ir embora.
  • Lembre-se de sempre levar algumas roupas extras, mas não tanto que pese na bagagem. Verifique qual é o peso permitido e verifique outras vezes durante a viagem, se precisar.
  • Leve um livro de idiomas com as frases mais comuns do destino para onde vai. Um livro pequeno de bolso já ajuda.

Avisos

 

  • Confirme antes se você pode ficar alguns dias a mais, caso tenha um problema com o vôo/carro.
  • Não se esqueça de levar os itens mais importantes em uma bolsa de mão se for pegar um vôo, ou mesmo se for de carro.
  • Se seu vôo atrasar, fique calmo. Dê uma volta e continue olhando se não houve uma mudança no portão de embarque ou no vôo.

Materiais Necessários

 

  • 5 ou 6 calças, shorts ou saias(6 é a soma, escolha o que mais convier).
  • 8 blusas, camisas ou camisetas( o mesmo do anterior).
  • Laptop, celular, equipamentos eletrônicos em geral.
  • Roupa de banho, toalha, óculos e boné.
  • Cosméticos (menos de 100ml).
  • Uma combinação de roupa mais chique, caso tenha um jantar ou uma festa.
Lembre-se:
Isto não é uma regra, apenas sugestões.
Ninguém melhor que vc para saber quais serão suas reais necessidades para a viagem.
Faça uma listinha antes, prepare-se e, BOA VIAGEM!!!

Oi, pessoal.
Hoje quero falar um pouquinho sobre algo que parece tão simples a 1ª vista - #sóquenão#

10 dicas para preparar a sua mala de viagem!

Quando o assunto é preparar a mala de viagem a aflição toma conta, até mesmo dos mais habituados a viajar.
Nessa hora economizar espaço é fundamental, é preciso equilibrar as roupas na bagagem de acordo com sua programação, além de escolher as peças certas para o clima do seu destino. Por isso, colocamos algumas dicas, com procedimentos essenciais na hora de arrumar sua mala.
Veja como é possível fazer uma mala e não ultrapassar o peso limite:
Antes de tudo confira a previsão do tempo que fará na cidade para onde vai viajar,  isso facilita sua decisão do que levar e dessa forma você filtra da maneira correta o que levar na bagagem.
Dica: O ideal para viagens de avião é ter uma mala para despachar e outra de mão para levar coisas essenciais e de preferência o que será usado durante o voo.
Leve uma mala de mão que seja fácil de carregar. (Opte por malas pequenas de acordo com a regra da companhia aérea). A mala deve caber embaixo do assento ou nos compartimentos acima das poltronas e é importante que ela não incomode os passageiros ao lado.
Seja uma viagem longa ou curta, o ideal é colocar alguns objetos essenciais na mala de mão:
  • Remédios para dor de cabeças ou outros problemas (de acordo com o estado do passageiro).
  • No avião os líquidos devem ser transportados com uma capacidade máxima de 100 ml cada, em embalagens individuais na bagagem de mão. É necessário guardá-los em bolsas plásticas transparentes.
  • Escova e Pasta de dentes (escolha produtos com tamanhos pequenos para facilitar e diminuir o peso da mala)
  • Uma muda de roupas (para possíveis imprevistos, e eles acontecem!)
  • Câmera Fotográfica, Ipod, Notebook (para não ter perigo de quebrar por acidente)
  • Celular
  • Máscara de dormir (opcional do passageiro)
  • Objetos pessoais de valor (jóias ou Relógios)
  • Passaportes, documentos e reservas
  • Uma blusa de frio (caso a temperatura do ar condicionado do avião incomode)
Preencha sua mala de acordo com a programação de viagem. É legal saber o que fará durante a hospedagem e para onde pretende ir. Viaje com essa certeza, facilitará e muito a preparação da mala e também é uma forma de levar o que realmente importa para viagem.
Na arrumação das peças coloque as mais pesadas em primeiro lugar, de preferência no fundo da mala. As calças devem ser dobradas pelo vinco. Ajeite as peças de uma forma que economize os espaços. Um exemplo é colocar as calças no sentido inverso.
  • Depois de arrumar as peças pesadas, coloque as camisetas, se tiver blusas, escolha as mais leves, para contrapor os colarinhos e golas.
  • Se estiver indo a uma viagem de negócios, os paletós devem ser desabotoados e dobrados pelo avesso no sentido de comprimento.
  • Dobre as camisas numa linha abaixo da cintura. Fará que a marca da dobra fique pra dentro da saia ou da calça na hora de usar.
  • Sempre leve uma muda de roupa a mais da programada, a sua viagem está sujeita a imprevistos, dessa forma estará pronto para passar por cima de qualquer problema.
  • Esquecer algum item é normal, para evitar esse tipo de problema, deixe um espaço em branco na mala para uma possível lembrança. Caso não ocorra a lembrança, pense que já terá um espaço sobrando para possíveis compras.
Ainda nas roupas procure escolher as mais sutis, elas combinam com qualquer clima, a opção é a escolha das roupas sem muitas estampas, elas só combinam com um clima específico.
É importante a escolha de peças e tecidos que não amassam. Na chegada do hotel, pendure as roupas em cabides, pode ser no banheiro durante o banho, pois o vapor tira as dobras.
Revise sua mala, dessa forma você ajusta aos poucos o que levar e confere se colocou algumas coisas a mais ou a menos. Se tiver esse tipo de preocupação, você vai arrumar corretamente a sua mala e viajará sem dor de cabeça.
10° Depois de revisar, não se esqueça de etiquetar as malas. Nas etiquetas devem ter o nome completo, telefones, hotéis.
Agora é só colocar em prática estas dicas e aproveitar sua viagem!
Ansiosa(o)?
_Tamo junto.
hehehehehehehe